Excursões privadas no Porto e arredores
|
|
|
Tour privado de Viana do Castelo, Ponte de Lima e Barcelos - dia completo Reserva personalizada
Viana do Castelo A cidade de Viana do Castelo, conhecida por " princesa do Lima " situa-se na margem direita do rio Lima, junto à foz. A história da criação de Viana da Foz do Lima, como era chamada , deve a sua fundação a D. Afonso III, que lhe concedeu foral em 18 de Julho de 1258, fazendo erguer junto à foz uma robusta torre de modo a afastar os piratas provenientes da Galiza e Norte de África, que frequentavam esta região. O Florescente comercio marítimo com o norte da Europa, para onde os barcos levavam o vinho, fruta e sal trazendo em troca cutelarias, panos, tapeçarias e vidro, faz de Viana uma terra de ricos armadores, que dotaram a povoação de um vasto território monumental e artístico. É difícil resistir ao encanto da cidade de Viana do Castelo, quando a luz clara cria sombras geométricas por entre os majestosos edifícios históricos, onde os estilos manuelino, barroco, revivalista e art-déco predominam. As ruas e ruelas do centro histórico, um dos mais belos e bem conservados do Pais, chamam a nossa atenção, quer pelas belas fachadas armoriadas, quer pelos painéis de azulejos preciosos no traço e na cor, constituindo um autêntico compêndio da história da arquitectura em Portugal. A citânia de Santa Luzia, a Matriz Medieval, os Antigos Paços do Concelho, a quinhentista Casa da Misericórdia e o Chafariz do mesmo século, entre outros, são marcos importantes de um passado com História.
Ponte de Lima Antiga vila amuralhada, Ponte de Lima é uma interessante localidade de visita obrigatória no Alto Minho. Ao lado a ponte medieval, soberba de formas com os seus quinze arcos ogivais. Depois, as Torres de S. Paulo e da Cadeia, conservando-se ainda entre elas, um pano das antigas muralhas da vila. Terra morena, vestida de rude granito da Serra d'Arga, Ponte de Lima é uma terra cheia de história, de arte e beleza natural, de rusticidade e património. Falar de Ponte de Lima, é relembrar esta terra "velhinha" de séculos que teve os seus primórdios numa "velha" ria romana feita no tempo de Augusto e de uma ponte que até deu o nome à terra.
Barcelos Barcelos, na margem direita do Rio Cávado, é uma cidade afidalgada, porta voz de um concelho que se ufana de ser o maior do país. Barcelos é uma cidade rica de história onde podemos beber um Manancial permanente de escritos e de feitos a decifrar-se nos Velhos cartulários, nas ruas velhinhas de séculos, nos edifícios senhoriais, solares e casas de famílias, igrejas e templos, nos brasões e torres de menagem. Foi D. Afonso, 8º Conde de Barcelos, quem mudando-se de Chaves para Barcelos, transfigurou todo o cerco urbano da vila ao construir, no início do século XV, o Paço dos Duques fazendo a ligação ao Palácio com a Ponte, a muralha que possuía três torres e a igreja Matriz, reconstruída a partir de uma igreja românica do século XIII. É todo um casco histórico onde perpassa a vida de Barcelos: dos peregrinos aos frades de Vilar, de bastardos a ricos homens, de feirantes e artesãos a senhores de pendão e caldeira. Mas não só: Barcelos é capital agrícola e industrial, rainha do artesanato. Barcelos é ainda o berço da célebre lenda do Galo, hoje considerado um simbolo de Portugal: Segundo ela, os habitantes do burgo andavam alarmados com um crime e, mais ainda, por não se ter descoberto o criminoso que o cometera. Certo dia, apareceu um galego que se tornou suspeito. As autoridades resolveram prendê-lo e, apesar dos seus juramentos de inocência, ninguém o acreditou. Por isso, foi condenado à forca. Antes de ser enforcado, pediu que o levassem à presença do juiz que o condenara. Concedida a autorização, levaram-no à residência do magistrado, que nesse momento se banqueteava com alguns amigos. O galego voltou a afirmar a sua inocência e, perante a incredulidade dos presentes, apontou para um galo assado que estava sobre a mesa e exclamou: - É tão certo eu estar inocente, como certo é esse galo cantar quando me enforcarem. Risos e comentários não se fizeram esperar, mas pelo sim e pelo não, ninguém tocou no galo. O que parecia impossível, tornou-se, porém, realidade! Quando o peregrino estava a ser enforcado, o galo assado ergueu-se na mesa e cantou. Já ninguém duvidava das afirmações de inocência do condenado. O juiz corre à forca e com espanto vê o pobre homem de corda ao pescoço, mas o nó lasso, impedindo o estrangulamento. Imediatamente solto, foi mandado em paz.
|
|
|
|
|
...O Minho é uma região no noroeste de Portugal. É a alma e coração de muitos portugueses. Região de pequenos campos de milharais e vinhas, de grandes serras de granito, rasgadas por rios de encanto. Região de colinas verdes que nem o verão consegue esmorecer, capelas no topo dos montes, cidades seculares, vestígios de passados longínquos e tradições religiosas ainda hoje vividas nas romarias. Solares de nobrezas de outrora, o maior Parque Natural português - Peneda-Gerês, e praias onde a natureza se faz sentir no ar, carregado de iodo e ventos do norte e nas águas frias de ondas bravas do oceano atlântico. No litoral norte do país, está situada esta região com uma densa vegetação e uma profunda riqueza histórica. Além da sua arte irrepreensível, também poderá desfrutar de uma vasta gastronomia, de leves e acídulos vinhos (vinhos verdes), de bons vinhos e de uma grande variedade de artesanato que mistura o brilho da filigrana com a cor dos bordados da região. o granito dos templos e das herdades, as montanhas rochosas e a força de um povo que tem mantido as suas danças e cantares (com uma forte influência celta), as suas festas e procissões que combinam a herança pagã com os rituais cristãos de à séculos atrás...
|
|
|
|