Excursões privadas no Porto e arredores
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Amarante Atravessada pelo rio Tâmega e rodeada de serras, esta bonita cidade exibe com orgulho as suas casas do século XVII, cujas varandas de madeira colorida enfeitam as ruas estreitas, os restaurantes com terraços debruçados sobre o rio ou a bela ponte de São Gonçalo, que conduz ao monumental mosteiro do século XVI com o nome do mesmo santo. Amarante teve provavelmente a sua origem nos povos primitivos que habitaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça exactamente o nome dos seus fundadores. Contudo, só começou a adquirir importância e visibilidade após a chegada de São Gonçalo (1187-1259), nascido em Tagilde, Guimarães, que aqui se fixou depois de peregrinar por Roma e Jerusalém. A este santo se atribui a construção da velha ponte sobre o Rio Tâmega. Amarante torna-se alvo de peregrinações e a povoação foi crescendo. Já no Século XVI, D. João III ordena a construção do Mosteiro de São Gonçalo sobre a capela junto à ponte sobre o Rio Tâmega, onde segundo a tradição São Gonçalo terá vivido e foi sepultado.
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Régua As origens da sua povoação remontam ao tempo do domínio Romano. A Régua de hoje é uma cidade moderna que conheceu a condição de concelho após a época pombalina e da criação, na Régua, da companhia Geral dos Vinhos do Alto Douro, pelo Marquês de Pombal em 1756. Portugal tinha criado no Douro a primeira região demarcada de vinho do Mundo. A partir daí a Régua passou a ser o centro do Douro. O local onde chegavam e o local onde tudo partia. Começava a grande odisseia dos Vinhos e a consequente fixação de gentes e populações. A história e o Vinho legaram-lhe assim a sua condição natural de capital da região duriense. Tal como no passado a vindima é a verdadeira festa de toda uma Região, a "eucaristia" de um povo que labuta um ano inteiro, de sol a sol, para ver dar-se o mistério da transformação do suor, sangue e lágrimas de homens e mulheres, em vinho fino. Capital da região Demarcada, Peso da Régua é um paraíso histórico de inegável Valor, mergulhada num dos mais belos rios de Portugal, rodeado de por montes cobertos de vinha que parecem uma escadaria de gigantes. Pinhão Pinhão, situada na margem direita do Rio Douro era onde antigamente se armazenava tudo o que se destinava ao embarque ou desembarque nos barcos rabelos, no Rio Douro. Mais tarde, essa estrada foi apelidada de “Estrada Real”. As margens do Douro cobriram-se de vinha que viriam a originar o fantástico vinho do Porto. O Pinhão tornava-se no inicio do século XX num importante entreposto de Vinhos Finos que escoava o produto até Gaia pelos barcos rabelos. Pinhao é hoje dominado pelas varias caves de vinho de porto e onde há uma variedade de quintas onde podemos provar os vinhos locais. Pinhao é um excelente ponto de partida para explorar uma das mais famosas regiões vinícolas no mundo. Mateus Construído no século XVIII, o Palácio de Mateus, em Vila Real, ergue-se por entre jardins, tanques e árvores centenários... Por fora, envolve o solar o Parque Natural do Alvão e o Santuário Romano de Panóias. Por dentro, permanecem intactas as memórias barrocas, um espólio distinto que arrebata os sentidos de quem ali chega. Vinho de Mateus é um rosé doce e gaseificado produzido em Portugal. A marca foi criada em 1942 e a produção começou no final da Segunda Guerra Mundial. O vinho foi especialmente criado para atrair mercados europeus e norte-americano. A produção cresceu rapidamente nos anos cinqüenta e sessenta e no final de 1980, completou por uma versão branca, considerada como um dos expoentes das exportações de vinho de mesa.
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...As terras da provincia do Douro são habitadas desde tempos bem remotos, talvez mesmo desde as invasões romanas e bárbaras. O clima, a riqueza do seu solo e a sua localização privilegiada, para o que o rio Douro contribuiu e continua a contribuir, atraíram e fixaram os povos. De acordo com os registros históricos, já na altura do nascimento de Portugal se cultivava o vinho nestas terras. Mas foi a criação da Companhia das Vinhas do Alto Douro, decretada pelo Marques de Pombal, que despoletou seu desenvolvimento definitivo, em meados do século XVIII. O ritmo comercial impulsionou o crescimento econômico e projetou cada vez mais o nome e a riqueza desta região, que começou a ganhar popularidade e a afirmar-se como um lugar cheio de potencialidades e de encantos naturais.O vinho esteve desde sempre associado a sua riqueza e levou o seu nome para fora das nossas fronteiras. O rio, que rasga as montanhas agrestes do Alto Douro e vem repousar, em beleza, aos pés desta cidade para seguir depois até à Foz, no Porto, continua a ser um ex-libris e uma riqueza inigualável. Deste rio, existe também a memória dos barcos rabelos, imaginados e construídos para enfrentar ameaças de uma natureza imprevisível e levar até Vila Nova de Gaia os tonéis de Vinho do Porto. Hoje em dia, através deste mesmo rio, chegam à Régua centenas e centenas de turistas atraídos pelos encantos naturais, pela tranqüilidade e hospitalidade da Capital do Douro...
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