Excursões privadas no Porto e arredores
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Aveiro A historia de Aveiro esteve sempre vinculada á agua, pois, na sua fundação estava situada junto ao mar e com o posterior encerramento da baia ficou disposta na ribeira de uma extensa ria. Um grande canal chega até á cidade, onde os multicolores moliceiros, embarcações de proa levantada com as quais se extrai da ria o moliço, composto de algas, oferecem um particular colorido ás cidade, que se completa com painéis de azulejos dispostos em varias artérias. Os anais da historia encarregaram-se de conceder-lhe o caracter salgueiro e importância com centro piscatório. O período de maior esplendor chegou no século XVI, momento em que as cidades do norte Português realizaram diversas campanhas de pesca em aguas da Terranova. Nos finais do século XIX construis-se um canal que chegava até ao mar. Um passeio pela cidade obriga a contemplar o amontoado bairro dos pescadores, onde inumeráveis casas brancas se apertam em estreitas ruas e participar da vida quotidiana no mercado de peixe. A barroca igreja da Misericórdia é profusamente decorada de azulejos no seu interior. A não perder será também um passeio de barco na ria de Aveiro.
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Ilhavo Muitos houve que acreditaram que Ílhavo deve a sua origem a colónias pelágicas, fenícias, ítalo-gregas. Segundo a tradição, pelos anos de 1372 a.C. uma colónia de gregos, da formosa raça pelágica, entrou pela foz do Vouga e se estabeleceu nas suas margens. Dessa colónia procedem, embora já muito cruzados com outras raças, os ilhavenses, que ainda hoje conservam o tipo gracioso e elegante daquela formosa raça. Concelho desde sempre dedicado ao mar, cedo as suas gentes descobriram a sobrevivência económica através dele. A pesca do bacalhau e toda a sua epopeia vivida nos mares frios da Gronelândia e da Terra Nova, está presente na memória colectiva, sendo um património dos portugueses, onde os pescadores e capitães desta terra foram baluartes. Paralelamente à existência de uma agricultura intensiva (pois eram estas terras as melhores do Baixo Vouga), nascia nos finais do século XIX, a Fábrica de Porcelana da Vista Alegre, que pela sua dimensão na época e influência cultural exercida, foi um factor de forte desenvolvimento do concelho, bem como de zonas limítrofes. A localização privilegiada e a vocação marítima, propiciou o aparecimento de zonas portuárias, particularmente de pesca longínqua, com todas as actividades de construção e reparação naval, bem como indústrias de secagem e de frio, que foram um factor marcante no desenvolvimento económico e social. Coimbra Nesta encantadora cidade, com uma antiga e tradicional Universidade, podemos respirar a atmosfera de estudantes. Habitada por Romanos e Árabes, foi outrora a capital de Portugal, antes de Lisboa. Visita panorâmica de Coimbra, incluindo a Universidade, a primeira a existir em Portugal, desde o século de XIII, e o que foi uma das mais importantes Universidades na Europa: veremos a Biblioteca, uma obra-prima de talha dourada e o pátio, de onde temos uma panorâmica interessante do rio de Mondego. Tempo livre para almoço e caminhar pelas ruas estreitas da parte antiga e ver a centenária Catedral doséculo de XII. Pode também visitar “Portugal em miniatura”, um recinto com miniaturas de vários monumentos de Portugal.
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...Localizada na sua magnífica colina, em posição altiva, encontra-se a bela Coimbra, terra de história e tradição. A seus pés correm em calmaria as águas do Mondego, formando como que um espelho onde a cidade reflecte toda a sua graciosidade. Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa. Aeminium - nome romano de Coimbra - tornou-se efectivamente uma cidade junto à via Olissipo- Braccara Augusta. Depois dos Visigodos e dos Árabes, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela sua residência e, na segurança das suas muralhas, nasce aquele que viria ser o primeiro rei de Portugal - D. Afonso Henriques. O Românico e o Gótico viriam a erguer em Coimbra construções de inegável beleza. O século XVI trouxe a Coimbra a instalação definitiva da Universidade e a fundação de inúmeros colégios. O aspecto desta Coimbra de Quinhentos pouco irá mudar até finais do século XIX. É certo que novas casas, colégios, igrejas se edificarão, a Universidade crescerá, mas o traçado urbano sofrerá poucas alterações. Coimbra é ainda o berço de uma especial categoria de Fado, interpretada pelos estudantes Universitarios, que ainda pela noite fora, cantam ás suas donzelas: “Coimbra do choupal, ainda és capital, do amor em Portugal”...
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