Excursões regulares no Porto e arredores
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Programa 09:00h - Recolha no Hotel 10:10h – Chegada a Amarante - Visita do centro histórico 12:00h - Chegada a Lamego - Visita do centro histórico 13:00h - Almoço – Barragem Bagaúste 15:00h – Visita de uma quinta com prova de vinho 17:00h - Chegada e visita do Pinhão 18:00h – Saída para o Porto 18:30h - Chegada ao Porto
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Descrição O Vale do Douro é fruto dos prodígios da natureza, mas também do esforço e da energia despendida pelo homem na sua transformação. A vinha que gera as castas do célebre Vinho do Porto é a causa e a razão maior de todo este árduo trabalho. Séculos de labuta, fadiga e suor humano, desventraram a terra, removeram o xisto maciço, moldaram os muros e patamares de socalcos para arrimar as videiras, erguendo esta obra colossal, recompensada no século XVIII com o título de primeira Região Demarcada do mundo.
Amarante é rica de património histórico e cultural. Atravessada pelo rio Tâmega e rodeada de serras, esta bonita cidade exibe com orgulho as suas casas do século XVII, cujas varandas de madeira colorida enfeitam as ruas estreitas, os restaurantes com terraços debruçados sobre o rio ou a bela ponte de São Gonçalo, que conduz ao monumental mosteiro do século XVI com o nome do mesmo santo. Depois, é também imperativo ver o Românico espalhado pelo município e admirar pórticos, arcos, tímpanos e capitéis com toda a sua ornamentação.
A cidade caracteriza-se pela sua relação com as serras e o rio: este seduz-nos com as suas margens rodeadas de árvores que convidam aos passeios e desportos aquáticos, mas também as serras se prestam a longas excursões a pé, sobretudo na Primavera, com os variados e coloridos tons das flores silvestres. A doçaria, sobretudo a conventual, com origem no Convento de Santa Clara, é também uma das referências de Amarante. A oferta é variada: papos d'anjo, foguetes, brisas do Tâmega, lérias...
A Régua é a capital da região demarcada que produz o célebre vinho do Porto. Rodeada de vinhas e belas quintas, é de onde partem barcos para passeios no Douro, para além de ter varias lojas de artesanato, restaurantes, bares e cafés. Na Régua, vale a pena admirar a Casa do Douro, com os seus vitrais coloridos a retratar a história e a produção do vinho do Porto. Muitas das quintas tradicionais da região estão abertas aos visitantes e oferecem provas de vinho e visitas às vinhas e aos lagares. Não longe da Régua, o maravilhoso Miradouro de São Leonardo, em Galafura, proporciona vistas de cortar a respiração do vale do Douro, dos montes imponentes e das encostas com as famosas vinhas dispostas em socalcos. No concelho, é possível provar e comprar tanto Porto como óptimos vinhos de mesa, quer na adega cooperativa da Régua quer numa das várias quintas. A visita de Régua poderá ser substituida por Lamego.
Pinhão é outra base no vale do Douro, onde o vinho do Porto domina a cultura. Há também varias quintas ao redor da cidade que se podem explorar para encontrar o famoso néctar. A cidade está na base de ladeiras cobertas de vinhas e espectacularmente constituídas na confluência dos rios Douro e Pinhão. Pinhão estala de vida no Outono durante a colheita anual da uva, atraindo gente de todas as partes do país. Popular pela sua pacífica localização na margem do rio e pela paisagem circundante, Pinhão é uma mecca para os amantes do apreciado vinho.
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...As terras da provincia do Douro são habitadas desde tempos bem remotos, talvez mesmo desde as invasões romanas e bárbaras. O clima, a riqueza do seu solo e a sua localização privilegiada, para o que o rio Douro contribuiu e continua a contribuir, atraíram e fixaram os povos. De acordo com os registros históricos, já na altura do nascimento de Portugal se cultivava o vinho nestas terras. Mas foi a criação da Companhia das Vinhas do Alto Douro, decretada pelo Marques de Pombal, que despoletou seu desenvolvimento definitivo, em meados do século XVIII. O ritmo comercial impulsionou o crescimento econômico e projetou cada vez mais o nome e a riqueza desta região, que começou a ganhar popularidade e a afirmar-se como um lugar cheio de potencialidades e de encantos naturais.O vinho esteve desde sempre associado a sua riqueza e levou o seu nome para fora das nossas fronteiras. O rio, que rasga as montanhas agrestes do Alto Douro e vem repousar, em beleza, aos pés desta cidade para seguir depois até à Foz, no Porto, continua a ser um ex-libris e uma riqueza inigualável. Deste rio, existe também a memória dos barcos rabelos, imaginados e construídos para enfrentar ameaças de uma natureza imprevisível e levar até Vila Nova de Gaia os tonéis de Vinho do Porto. Hoje em dia, através deste mesmo rio, chegam à Régua centenas e centenas de turistas atraídos pelos encantos naturais, pela tranqüilidade e hospitalidade da Capital do Douro...
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