Excursões privadas em Lisboa e arredores
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Programa Deixamos Lisboa em direccção ao Palácio de Queluz, o Versalhes português: palácio e jardins em estilo “rocaille” que nos conta sobre o modo de viver no século XVIII. Em continuação seguimos para o Palácio da Pena no topo de montanha de Sintra. Um palácio de século de XIX com uma mistura de vários estilos: Oriental, Árabe, Índio, Neoclássico, Manuelino, Renascimento… um palácio de conto de fadas com uma vista deslumbrante do oceano, montanha, Lisboa. E rodeado por um parque com 1000 espécies diferentes de plantas. Descendo a montanha chegamos ao Convento dos Capuchos: o convento mais pequeno em Portugal, escavado na pedra de granito de Sintra, onde os monges viviam no século XVI. E seguimos para o Convento e palácio de Mafra (taxa de pagamento extra devido a quilometragem extra): data do século XVIII, uma das maiores construções na Europa, todo construído em mármore, com 900 quartos e salas e uma cúpula de 70 metros de altura. Uma impressionante construção que nos fala da riqueza do rei João V. Perto há o “Portugal em miniatura” ou a casa de Franco, com miniaturas de casas e monumentos de Portugal.
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Não longe, ao norte da montanha de Sintra temos a praia da Ericeira. É um lugar onde a forte brisa nos enche os pulmões de ar fresco e carregado de iodo. É uma bonita praia. E é também um solicitado porto de pesca, onde os pescadores estão sempre atarefados, nas suas pequenas embarcações tipicos de varios portos pesqueiros de Portugal.
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O Palácio Nacional de Queluz, residência de veraneio da Família Real na 2ª metade do Séc. XVIII, integra um importante espólio de Artes Decorativas ilustrativas da evolução do gosto português de meados do Séc. XVIII ao início do Séc. XIX. Queluz, que tem sido não poucas vezes comparado com o Palácio de Versailles, dentro de um neo-classicismo ainda muito apegado ao formulário rococó com vinculos bem portugueses, nas escalas e no próprio espirito artístico. O corpo principal do Palácio, construído até 1758, concluiu-se em 1760. Por esta altura, enobreceram-se os ricos salões, bem como os encantadores jardins, com os mais variados tipos de fontes barrocas, azulejos e estátuas. Jean Baptiste Robillion foi o mestre francês responsável pelo magnífico Pavilhão Robillion, pelos jardins e pela renovação da Sala de Música.
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Quase todo o Palácio da Pena assenta em enormes rochedos, e a mistura de estilos que ostenta (neogótico, neomanuelino, neo-islâmico, neo-renascentista, com outras sugestões artísticas como a indiana) é verdadeiramente intencional, na medida em que a mentalidade romântica do século XIX dedicava um fascínio invulgar ao exotismo. O Palácio e o Parque foram idealizados e concretizados como um todo. Do Palácio, o visitante avista um manto de arvoredo que ocupa mais de 200 hectares, constituindo assim o Parque da Pena. Este parque tem percursos e passeios lindíssimos, com inúmeras construções de jardins lá existentes. São pontes e grutas, bancos de jardim, pérgulas e fontes. Todo o parque da Pena é hoje considerado o parque da Europa, com o mais rico e invulgar conjunto de espécies arbóreas, já inexistentes em muitos outros países e continentes donde são originárias.
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O Convento dos Capuchos, Eremitério de frades franciscanos, foi construído por Dº Avaro de Castro em 1560, em cumprimento de um voto de seu pai, o grande vice-rei da Índia, D. Joao de Castro, falecido em 1548, com as suas celas e dependências forradas a cortiça, constitui um saboroso exemplar de austeridade cristã na singeleza da decoração e na magreza dos materiais e espaço utilizados. A igrejinha, o refeitório, os corpos de habitaçâo rasgam-se por entre as fragas: com dimensões quase trogloditas, acentuando as intenções de meditação inerentes ao projecto. Notem-se no templo, o altar de embutidos, alguns «frescos» seiscentistas de André Reinoso e um frontal de azulejos do século XVIII, este último na capelinha da cerca.
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O Palácio Nacional de Mafra é um palácio e mosteiro monumental de estilo barroco. Foi iniciado em 1717 no reinado de D. João V, em consequência de uma promessa que o jovem rei fizera se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência. Classificado como Monumento Nacional em 1910, foi considerado uma das Sete Maravilhas de Portugal a 7 de Julho de 2007. É todo em mármore e tem 4500 portas e janelas. A igreja deste enorme mosteiro é também deslumbrante. É inspirada na igreja de São Pedro em Roma e feita de mármore de várias cores. A acústica é excelente e para inaugurar a igreja, houve uma missa que durou 24 horas. Há 6 órgãos do século XIX, entre os mais valiosos do mundo. A cúpula, a 70 metros de altura, é a mais bela de Portugal. As salas são também enormes. Os monges viviam com o rei, pois o Mosteiro era também palácio real. Para eles, havia 900 salas e quartos.
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Ao norte da montanha de Sintra há a praia de Ericeira. É onde a brisa marítima nos enche os pulmões de ar fresco e carregado de iodo. É uma bonita praia. É também um movimentado porto de pesca, onde os pescadores estão sempre de saída, nas suas típicas embarcações, que enfrentam frequentemente as grandes ondas do Atlântico, como noutros portos pesqueiros de Portugal. Vila muito antiga, presumivelmente local de passagem e instalação dos Fenícios. Mas se a vila deixou ao longo do século XIX de ser um entreposto comercial, nunca perdeu a visita de "forasteiros", desta vez de veraneantes que passaram a procurá-la devido às suas características climáticas e ao alto teor de iodo das suas praias. "O fulcro da maior concentração de iodo de toda a costa portuguesa". Hoje, a Ericeira continua a ser uma das zonas do litoral do país mais procuradas para banhos.
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