Excursões privadas em Lisboa e arredores
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Programa A nossa primeira paragem será na Fundação Gulbenkian para visitar o museu de arte antiga. Tem colecções muito interessantes, onde destacam a sala de objectos do Egipto, as estátuas romanas, moedas gregas e artes islâmicas. Assim mesmo, também podemos ver arte oriental e pintura europeia. Seguimos pela praça Marques de Pombal. Um passeio pelo Rossio, o coração de Lisboa. Praça do Comércio, a mais elegante, em frente do fantástico estuário do rio Tejo e perto do núcleo de Lisboa antiga. Seguimos com um passeio ao longo da ribeira pelo movimentado porto de Lisboa em direcção ao museu de Arte Antiga. A colecção do Museu Nacional de Arte Antiga integra o mais vasto acervo de obras nacionais e estrangeiras existentes no país. A variedade dos objectos de Artes Plásticas e de Artes Decorativas e a extensão do horizonte temporal em que se inscrevem – do século XII ao século XIX –, dão corpo a uma colecção expressiva da diversidade de origens geográficas – Portugal, Europa e Oriente. Seguimos para o bairro de Belem. Junto ao palacio presidencial de Belem temos o conhecido museu dos coches que expõe uma excepcional colecção de viaturas reais do século XVII aos finais do século XIX e é considerada a mais notável colecção do mundo. Ainda no bairro de Belem, integrado no grandioso conjunto do Mosteiro dos Jeronimos, temos o Museu da Marinha. É um dos mais importantes, reconhecidos e visitados museus portugueses. Nota: as entradas nos museus não estão incluidas.
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Museu Gulbenkian - O primeiro circuito é dedicado à Arte Oriental e Clássica e evolui através das galerias da Arte Egípcia, Greco-Romana, Mesopotâmia, Oriente Islâmico, Arménia e Extremo-Oriente. O segundo percurso é dedicado à Arte Europeia, com núcleos dedicados à Arte do Livro, à Escultura, Pintura e Artes Decorativas esta última com especial destaque para a arte francesa do século XVIII e para a obra de René Lalique. Expõe-se neste circuito uma diversidade de peças representativa das variadas manifestações artísticas da Europa, desde o século XI até meados do século XX. A iniciar este sector destaca-se um conjunto de marfins e de livros manuscritos iluminados, a que se segue uma selecção de Escultura e Pintura dos séculos XV, XVI e XVII. A arte do período do Renascimento produzida na Flandres, França e Itália encontra-se representada na sala seguinte. O século XVIII francês ocupa nas salas do Museu um lugar especial com as Artes Decorativas – destacando-se a Ourivesaria e o Mobiliário –, a Pintura e a Escultura. Seguem-se galerias onde podem observar-se Pintura inglesa dos séculos XVIII e XIX, Escultura e Pintura do século XIX francês e finalmente um importante núcleo de jóias e vidros de René Lalique, em sala própria.
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Museu Nacional de Arte Antiga - O museu está instalado num palácio do século XVII construído para os condes de Alvor. O piso 1 acolhe as colecções de Pintura europeia e Artes decorativas europeias, na zona correspondente ao palácio, a capela das Albertas e a colecção de Mobiliário português, na zona correspondente ao Anexo. No piso 2 estão expostas as colecções de Ourivesaria portuguesa (que inclui algumas peças indo-portuguesas e europeias), Joalharia portuguesa, Cerâmica (inclui o extenso núcleo de faiança portuguesa e um reduzido núcleo de porcelana portuguesa, o vasto núcleo de porcelana da China, a faiança islâmica e alguns exemplares de porcelana do Japão), Vidros portugueses e as Artes Orientais (integram as produções afro-portuguesa, indo-portuguesa, sino-portuguesa e a arte Namban). No piso 3 expõe-se a Pintura portuguesa e a Escultura portuguesa.
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Criado por iniciativa da Rainha D. Amélia de Orleãns e Bragança, mulher do rei D. Carlos I, o Museu dos Coches Reaes, como então se chamava, foi inaugurado no dia 23 de Maio de 1905. Hoje o Museu reune uma colecção que é considerada única no mundo devido à variedade artística das magníficas viaturas de aparato dos séculos XVII, XVIII e XIX e ao número de exemplares que integra. De entre os veículos expostos destacam-se coches, berlindas, carruagens, seges, carrinhos de passeio, liteiras, cadeirinhas e carrinhos de criança formando um interessante conjunto que permite ao visitante compreender a evolução técnica e artística dos meios de transporte utilizados pelas cortes europeias até ao aparecimento do automóvel. Completam a colecção um núcleo de arreios de tiro, arreios de cavalaria, selas, fardamentos de gala, de armaria e acessórios de cortejo setecentistas de que se destaca um conjunto de trombetas da Charamela Real bem como uma galeria de retratos a óleo dos monarcas da Dinastia de Bragança.
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O Museu da Marinha alberga um Exposição Permanente riquíssima, com navios desde a prodigiosa época dos Descobrimentos Portugueses até à actualidade, contendo também espaço para exposições temporárias. Possui modelos de galeotas, embarcações fluviais e costeiras e navios desde os Descobrimentos ao século XIX, armas e fardamentos, instrumentos de navegação e cartas marítimas. Reúne material relativo às várias marinhas: fluvial; mercante; pescas; guerra, mostrando a evolução cronológica das embarcações, através de miniaturas dos barcos reais. Exibe uma variada colecção de embarcações verdadeiras, para além de maquetas, miniaturas, instrumentos de navegação, livros e embarcações de assinalável dimensão e variedade. Há que destacar o Pavilhão das Galeotas que expõe hidroaviões, um deles utilizado por Gago Coutinho na viagem ao Brasil, para além de galeotas e barcos em tamanho real.
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