Excursões privadas em Lisboa e arredores
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Programa Viajamos para o norte e paramos em Conimbriga. Era uma cidade Romana que deu o nome a Coimbra. Considera-se entre as melhores ruínas Romanas na Península Ibérica e nelas podemos imaginar a vida do Romanos. As muralhas da cidade estão na maioria dos casos não danificadas, e os parquets do mosaico e as bases de muitas das casas e dos edifícios públicos seguem ainda intactos. Nos banhos pode-se ver a rede de canalizações de aquecimento em pedra sob terras agora ausentes. Há ruínas de templos, um forum, casas, canalizações da água.
Antes de alcançarmos Coimbra, paramos perto do convento de Santa Clara, no cimo da colina, na margem sul do rio de Mondego, para uma vista maravilhosa da cidade. Famosa pela sua universidade, pela sua cerâmica e pelo fado, Coimbra oferece estreitas ruas pavimentadas, praças comerciais e vistas das colinas que dão sobre o rio Mondego. Coimbra, uma mistura maravilhosa de séculos de cultura, é uma das principais capitais históricas de Portugal.
A cidade divide-se numa parte superior - a secção episcopal e universitária - e numa parte inferior perto do rio - a zona comercial. Da parte baixa da cidade mais moderna, na margem direita do Mondego, as ruas ascendem à cidade superior, com os largos edifícios da universidade, numa colina a 100m de altura. Esta universidade, rica de história e por ser a sede mais antiga de estudos em Portugal, foi fundada no século XIII. Entre os lugares mais visitados estão o Pátio das Escolas (o pátio principal), Biblioteca de Joanina (a biblioteca construída no século XVIII, com livros raros dos séculos 16 e 18), a Sala dos Capelos (o grande Hall), a capela da universidade e o jardim botânico. Devemos dar uma vista de olhos á biblioteca, conhecida como uma das bibliotecas mais sumptuosas da Europa e obra prima do período barroco. Do pátio das Escolas, dando sobre o rio Mondego, a vista é surpreendente.
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Entre muitos outros edifícios históricos, merecem uma visita: - as duas catedrais, tanto a catedral Velha (edifício imponente, um dos mais importantes em estilo Romanico) e a catedral Nova (do século XVI). - o arco de Almedina do século XII (exactamente na entrada da Rua Ferreira Borges, passagem para a parte superior da cidade). - a igreja histórica de Santa Cruz (onde os primeiros reis Portugueses estão sepultados, sendo a casa monástica mais importante do primeiro período da monarquia Portuguesa). - o Museu Nacional Machado de Castro (perto da Se Nova, com esculturas dos séculos 14 e 16, tapeçarias, objectos Romanos e outros tesouros).
Os cafés no largo da Portagem perto da Avenida Emídio Navarro oferecem um bom lugar para observar as gentes da cidade. Saboreie o seu café sob a Igreja Santiago na Praça do Comercio. Diversos restaurantes ao longo das praças principais oferecem também mesas exteriores e menus completos. Podemos parar aqui para o almoço e o seu guia indicar-lhe-á um bom restaurante. Coimbra é conhecido pelo seu amor á carne de porco. Alguns dos seus pratos mais regionais incluem o leitão assado, feijoada (incluindo salsicha, chouriço e paprika). Em Coimbra a “Chanfana” é popular em toda a cidade universitária. É cordeiro cozido em vinho tinto. Os bolos da região, chamados Santa Claras (deliciosos pasteis enchidos de creme) são também uma delicadeza local. Coimbra é o centro das regiões de vinhos Dao e Bairrada, famosos em Portugal. A região de Bairrada tem dos melhores vinhos de mesa tintos em Portugal.
O centro histórico de Coimbra está cheio de ruas antigas e estreitas. Mas para sentir a atmosfera, o melhor itinerário é divagar pelo Rua Ferreira Borges/Rua Visconde da Luz, principal artéria de compras. Os armazéns, as galerias, os cafés alinham-se nas ruas de Coimbra, incluindo um grupo de tabernas de vinho que abastecem os estudantes da cidade. O arco de Almedina, exactamente no fim da Rua Ferreira Borges, está em linha de acesso à cidade superior. Uma vez que cruzamos o arco de Almedina, as pedras do pavimento erguem-se num movimento ascendente. A meio da subida encontrarão as escadas de Quebra Costas. Pare um momento para descansar. Coimbra é conhecida pela sua cerâmica pintada á mão que reproduz modelos dos séculos 15 a 18. A melhor selecção está na Rua da Velha, entre o arco de Almedina e a parte superior das escadas de Quebra Costas. No regresso a Lisboa, podemos deter-nos em Fátima para uma paragem de conforto.
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...Localizada na sua magnífica colina, em posição altiva, encontra-se a bela Coimbra, terra de história e tradição. A seus pés correm em calmaria as águas do Mondego, formando como que um espelho onde a cidade reflecte toda a sua graciosidade. Cidade de ruas estreitas, pátios, escadinhas e arcos medievais, Coimbra foi berço da primeira Universidade do País e uma das mais antigas da Europa. Aeminium - nome romano de Coimbra - tornou-se efectivamente uma cidade junto à via Olissipo- Braccara Augusta. Depois dos Visigodos e dos Árabes, o conde D. Henrique e a rainha D. Teresa fazem dela sua residência e, na segurança das suas muralhas, nasce aquele que viria ser o primeiro rei de Portugal - D. Afonso Henriques. O Românico e o Gótico viriam a erguer em Coimbra construções de inegável beleza. O século XVI trouxe a Coimbra a instalação definitiva da Universidade e a fundação de inúmeros colégios. O aspecto desta Coimbra de Quinhentos pouco irá mudar até finais do século XIX. É certo que novas casas, colégios, igrejas se edificarão, a Universidade crescerá, mas o traçado urbano sofrerá poucas alterações. Coimbra é ainda o berço de uma especial categoria de Fado, interpretada pelos estudantes Universitarios, que ainda pela noite fora, cantam ás suas donzelas: “Coimbra do choupal, ainda és capital, do amor em Portugal”...
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