Excursões privadas no Algarve e arredores
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Algarve Reserva personalizada
Opções:
Alte Alte existe desde o período da ocupação romana e é a vila mais típica do Algarve. Com as suas casas caiadas, janelas e fachadas adornadas, chaminés artísticas e as ruas do centro histórico, Alte conservou muito do seu encanto original. A zona junto á igreja principal, é um deleitável exemplo do verdadeiro Algarve.
Silves, Monchique, Foia Silves – O castelo de Silves revela alguns das detalhes da sua historia como uma capital mora importante, particularmente nos séculos XI e XIII. Um castelo de pedra vermelha, uma variedade de museus históricos, inclusive o famoso museu da cortiça, una combinação de cafés elegantes, os restaurantes, bares, golf, aluguer de cavalos, são alguns dos atractivos que se podem encontrar em Silves. Silves deve de estar em todos os itinerários do Algarve. Monchique – é uma vila pequena no coração da montanha de Monchique, também conhecida como o "Éden glorioso de Algarve". Fóia é o ponto mais alto do Algarve, de onde conseguimos, a 900m de altura, ver a costa perfilada contra o céu azul. A vegetação exuberante que contrasta con o resto da província, mostra-nos um pedaço da beleza do Algarve.
São Vicente, Lagos, Sagres Vamos até ao “extremo do mundo”: o cabo de São Vicente é o lugar mais sudoeste da Europa. Os precipícios sobem quase verticalmente desde o Atlântico a uma altura de 75 metros. O cabo é um sitio de exuberante vida marinha e uma concentração de pássaros de varias espécies, como a águia Bonelli, falcões, tordos, pombos, cegonhas e garças. Lagos… Uma das mais bonitas e históricas cidades do Algarve. Aqui começou a grande aventura dos Descobrimentos. Sagres: a antiga fortaleza que foi uma escola de navegação y tem vistas magníficas do oceano. Visitamos a fortaleza da escola portuguesa de navegantes "que trouxeram novos mundos ao Mundo". Pode ser uma sensação poderosa, sentarmo-nos caladamente em cima de um dos precipícios para o mar e ponderar sobre as extraordinárias aventuras que aqui começaram.
Castro Marim, Tavira, Alcoutim Em direcção ao interior, ainda temos alguns lugares que são incrivelmente bonitos: Castro Marim, Tavira, Alcoutim. Castro Marim – Os primeiros vestígios datam de 5000 anos antes de Cristo. Fenicios e Romanos também ocuparam a cidade. Devido á posição estratégica, Castro Marim converteu-se no castelo principal da Ordem de Cristo, depois da reconquista cristã. Tavira – é uma das jóias do Algarve oriental. Entre o rio Gilão e o rio Segura, seu encanto e arquitectura evidenciaram-na na região. Por vezes chamada a Veneza do Algarve, vangloria-se de uma ponte romana, da arquitectura Renascentista, numerosas igrejas, praças arborizadas e um certo ar romântico. Também, na “Travessa de Dona Brites”, poderá encontrar finos exemplos de casas medievais, com portas e janelas góticas. Não obstante, também é uma povoação comercial, com um vibrante mercado de fruta e verduras, junto ao parque ribeirinho, onde muitos param para tomar um café e pôr-se ao corrente do mexerico do dia. Um lugar importante no mapa e na historia portuguesa, pelos viajantes de África, devido á proximidade a Marrocos e o porto mais importante depois de Lisboa, pela pesca do atum e agora grandemente dependente do turismo. Um marco importante do passado, são as ruínas do castelo Mouro, donde se consegue uma formosa vista de Tavira, com as suas cúpulas de igrejas, açoteias adornadas e varandas de ferro forjado em casas caiadas nas estreitas ruas. A só 3 quilómetros do Atlântico, há uma variedade de praias agradáveis, facilmente acessíveis de Tavira. Alcoutim - O río azul bordejado pela vegetação ribeirinha, de hortas fecundas e jardins. O ocre escuro das colinas, sombreado com a cor de azinheiras e oliveiras. Casas de xisto e cal branca, agrupam-se em aldeias perdidas entre as colinas... cenários do município de Alcoutim.
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...No Algarve ainda possível desvendar encantos e segredos da história de Portugal: da presença romana à longa herança muçulmana, da reconquista cristã à epopeia dos Descobrimentos portugueses. Herdeira de antigas civilizações, a região algarvia foi igualmente ponto de passagem de outros povos, numa ligação quase sempre facilitada pelo imenso mar que banha as suas costas. Os mais de cinco séculos de influência árabe marcaram para sempre os destinos da região e ainda hoje se encontra patente nos nomes das povoações, na agricultura, na arquitectura dos monumentos, nos rendilhados dos terraços e chaminés ou no branco da cal que teima em cobrir o casario de muitas localidades algarvias. Mais tarde, no início do séc. XV, o início da expansão marítima portuguesa dá novo vigor às terras e gentes algarvias, que se faziam ao mar à procura de novos mundos para dar ao mundo. A diversidade da Natureza é, definitivamente, uma das maiores riquezas do Algarve. Na orla costeira, um sistema ecológico de espantosa biodiversidade – desde aves autóctones, com ninhos entufados, aos moluscos e crustáceos que representam a principal fonte de rendimento dos marisqueiros do sul. Longe das extensas praias e das arribas abruptas, o verde garrido mistura-se com as tonalidades castanhas da terra, coberto de laranjais e de pomares de figo, alfarroba e amêndoa...
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